O blog "REVIVER", tem como meta, trazer um "SABER", teológico, mais não como construção de um "PODER INSTITUCIONAL", mais livre de Ideologias, para que assim, possa trazer uma "LIBERTAÇÃO PLENA":Espiritual,Social e Política.Para tanto, a nossa "VISÃO", é associar "CONHECIMENTO E UNÇÃO". Este "MODELO", está no Ministério, Apostólico de Paulo..
terça-feira, 12 de agosto de 2014
domingo, 20 de julho de 2014
" A SÍNDROME DE NAZARÉ".[Mc-6:1-6].
INTRODUÇÃO: Neste texto, ocorre um fenômeno estranho diante
da aparição do Messias, e não mais do Jesus, filho de José e de Maria. O
bem, feito ali em sua comunidade, causa admiração, mais ao mesmo tempo
escândalo. A origem de Jesus, culturalmente o descredencia como Messias.
Gosto de chamar este fenômeno de síndrome de Nazaré.
1- SOBRE ESTA SÍNDROME.
1-1-É aquela visão de Cidade pequena.
2-1-Alargando a visão.
CONCLUSÃO: É fato que Nazaré, era uma cidade bem básica; Levava a sério demais os costumes, condicionando o ser e sua individualidade. Esta cultura, bem básica descredencia Jesus, como Messias; Ou seja, ele não foi crido. Dentro daquela cosmovisão, o filho de José, o carpinteiro era pequeno demais para "SER", o Messias. Dai, a síndrome ser a incredulidade gerada pela basicalidade daquela pequena comunidade. Então, tendo em vista, ser impossível evitar esta síndrome, enquanto caminhamos neste mundo; Precisamos rompé-la, afim de não sermos totalmente contaminados por ela. Alarguemos a visão do povo, através de um conhecimento mais pleno; Levemos o povo, o contexto ao entendimento da vontade de Deus, esta é boa e agradável; Respeitando o protocolo sim, mais o propósito do ministério, daquele que é chamado, é divino.
1- SOBRE ESTA SÍNDROME.
1-1-É aquela visão de Cidade pequena.
- Nazaré no contexto de Jesus, tinha de 480 a 2.000 pessoas como habitantes
- Alguns queriam privilegiar a família de Jesus, em seu ministério.(Mc-3:31-35).
- Como Messias, Jesus, também teve dificuldade de ser crido, entre os seus.
- Gera preconceito com o novo
- Marginaliza o progresso.
- Mistura as coisas.
2-1-Alargando a visão.
- Evoluindo de uma visão mais rural, para uma visão mais urbana
- Jesus, estrategicamente saiu de Nazaré, para iniciar seu ministério
- Só depois de estabelecer seu ministério, volta a Nazaré, impossibilitando a síndrome de contaminar o seu ministério.
- No Reino de Deus, privilegiado é aquele que faz a vontade de Deus.
- Disse Jesus:"Minha mãe e meus irmãos, são aqueles que fazem a vontade de Deus".(Mc-3:34,35).
- Precisamos confrontar todo aspecto que seja cultural; Quando este é obstáculo a vontade de Deus.
- Jesus, abriu o livro da lei, e disse de quem ele se tratava.
- Aquele que tem um chamado, possui acima de tudo em sua existência, um propósito divino e não institucional.
- Deus, usa as instituições para apoiar e até legitimar alguém chamado por ele; Mais estas não podem entrar em conflito com o propósito divino.
- Talvez experimentemos em nossos dias em alguns casos, um conflito teleológico, entre o propósito de Deus, e o propósito institucional.
- Fica claro aqui, a luz deste contexto, que Jesus não era cria da Cidade, não era cria de sua família, ele não era uma cria dos religiosos de seu tempo.
- Ele não era um tipo de padre Marcelo da existência.
- Um grande valor tem as coisas básicas da vida; Como a família, nossa origem Etc.
- Mais tudo isto deve ser base, para evoluirmos, e nunca nos prender.
CONCLUSÃO: É fato que Nazaré, era uma cidade bem básica; Levava a sério demais os costumes, condicionando o ser e sua individualidade. Esta cultura, bem básica descredencia Jesus, como Messias; Ou seja, ele não foi crido. Dentro daquela cosmovisão, o filho de José, o carpinteiro era pequeno demais para "SER", o Messias. Dai, a síndrome ser a incredulidade gerada pela basicalidade daquela pequena comunidade. Então, tendo em vista, ser impossível evitar esta síndrome, enquanto caminhamos neste mundo; Precisamos rompé-la, afim de não sermos totalmente contaminados por ela. Alarguemos a visão do povo, através de um conhecimento mais pleno; Levemos o povo, o contexto ao entendimento da vontade de Deus, esta é boa e agradável; Respeitando o protocolo sim, mais o propósito do ministério, daquele que é chamado, é divino.
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MENSAGENS BÍBLICAS
quinta-feira, 17 de julho de 2014
"UMA TEOLOGIA DA FELICIDADE, É POSSÍVEL".
Felicidade, o mais elevado bem do mundo contemporâneo. Dela parte a motivação para tudo mais. A busca da felicidade, e o efeito desta na motivação para a vida, nos confunde. Em muitos casos, esta busca tem consequências desagradáveis; Trazem em vez de felicidade, perturbação a existência, a vida. Mais o conceito de felicidade é amplo, é plural.
Afirmo sim, uma teologia da felicidade, em nosso tempo; Pois afirmando, estou afirmando a vida. A vida vivida com prazer, com gosto. Este tema não é simples, não é banal, mais está em todos os lugares. Falar de felicidade, é se expor, aos felizes e aos infelizes. É não saber, até mesmo por experiência própria, dizer o que é de fato a felicidade. Mais ela é quem motiva os homens a viver com gosto. É quem motiva a sonhar.
Afirmo sim, uma teologia da felicidade, em nosso tempo; Pois afirmando, estou afirmando a vida. A vida vivida com prazer, com gosto. Este tema não é simples, não é banal, mais está em todos os lugares. Falar de felicidade, é se expor, aos felizes e aos infelizes. É não saber, até mesmo por experiência própria, dizer o que é de fato a felicidade. Mais ela é quem motiva os homens a viver com gosto. É quem motiva a sonhar.
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NOTAS
terça-feira, 15 de julho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
DIÁLOGO ENTRE LEONARDO BOFF E BOBBIO; A POSSIBILIDADE DO POBRE COMO SUJEITO
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Em
razão destes valores, quis honrar esta significação política, fazendo com que
a Università degli Studi de Turim, onde era eminente professor, me
concedesse, em nome de tantos, o título de doutor honoris causa em política,
o que ocorreu no dia 27 de novembro que tive com ele em Turim e, ao mesmo
tempo, veio-me um forte sentimento de gratidão por aquilo que nos ajudou a
entender da democracia. Em meio ao conflito que nos anos 80 e 90 envolveu a
teologia da libertação, foi Bobbio dos poucos pensadores europues que, de
imediato, compreendeu a relevância desta teologia para uma democracia como
valor universal a ser vivida a partir da base e dos últimos. Captou a
relevância política das comunidades eclesiais de base e da leitura popular da
Bíbilia porque não apenas criam cristãos militantes mas também agentes de
transformação social.
de
1991. Lembro-me que o Vaticano e o Cardeal de Turim pressionaram as
autoridades da universidade para que não concedessem este título a um teólogo
“maldito”como eu. O Prof. Bobbio protestou com veemência e fez valer a
autonomia da universidade.
Foi
nesta ocasião que conversamos longamente, no dia antes da cerimônia e no dia
após quando participei de um debate público num dos salões da cidade. Arguto,
foi ao cerne da questão que interessava a ele e a mim: o sentido singular que
nós, téologos da libertação, dávamos aos pobres. A maioria tem dificuldade de
entender esta questão e ele a havia captado em sua diferença específica.
Três
compreensões de pobre circulam ainda hoje no debate, também quando nos
referimos à Fome Zero. A primeira, tradicional, entende o pobre como aquele
que não tem. A estratégia então é mobilizar quem tem para ajudar a quem não
tem. Em nome disso se organizou, por séculos, vasta assistência. E uma
política beneficiente mas não participativa. Não descobriu ainda o potencial
dos pobres.
A
segunda, a moderna, descobriu o potencial dos pobres e percebeu que não é
utilizado. Pela educação e professionalização é utilizado e potenciado, e
assim eles são inseridos no processo produtivo. A tarefa do Estado é criar
postos de trabalho para esses pobres sociais.
A
leitura tradicional vê o pobre mas não percebe seu caráter coletivo. A
moderna, descobre-lhe o caráter coletivo mas não apreende seu caráter
conflitivo. O pobre é resultado de mecanismos de exploração que o fazem
empobrecido, gerando assim grave conflito social. Previamente à sua
integração no processo produtivo vigente, dever-se-ia fazer uma crítica do
tipo de sociedade que sempre produz e reproduz pobres e excluidos.
A
terceira posição, da teologia da libertação, diz: os pobres têm sim
potencialidades. Não apenas para engrossarem a força de trabalho, mas
principalmente para transformarem o sistema social. Os pobres,
conscientizados, organizados por eles mesmos e articulados com outros
aliados, podem ser construtores de uma democracia participativa, econômica e
social. Esta perspectiva não é nem assistencialista nem progressista. Ela é
libertadora.
Ao
convergirmos nas idéias, os olhos cansados do mestre brilhavam como os de uma
criança. E eu me sentia feliz: o “papa” da política me tirara o exorcismo de
“maldito”.
Fonte: www.leonardoboff.com/site/vista/2004/jan16.htm
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TEXTOS RELEVANTES
sábado, 26 de abril de 2014
"LEMBREI-ME DE ISAIAS".[Is-61:1].
Aos Pastores, que atuam num contexto, onde; Ofuscada, pelo
materialismo e por muitas ideologias; A mensagem que
inicialmente,....Depois, foi entendida como imediatista; Hoje quase não é
pregada; "A VOLTA DE JESUS".
Lembrei-me de Isaias!!. Por que?. Por ser ele um Profeta messiânico. Sim, ele foi um profeta da "ESPERANÇA", em tempo de desesperança. Ele anunciara que Deus, enviaria um Messias, que traria paz, justiça e salvação para o mundo. Longe de mim, querer fundar a vida existencial, no além. Esta vida é aqui; Mais a vida eterna ultrapassará isto; E foi o Messias, que nos propiciou isto. Logo, a nossa esperança é o Cristo. Logo, esperançar, é esperar sua volta. Lembrei-me de Isaias, pelas adversidades, do seu contexto. Políticas; Tempo de desbravamento da Monarquia Egípcia e dos Caldeus. Tempo de muita pressão, tensão, e também de opressão, para aqueles que exerciam seu ministério com sinceridade. Sociais; Período marcado pela injustiça Social. A desvalorização dos menos favorecidos. Lembrei-me de Isaias, por não ser ele um ideólogo, dos seus; Mais alguém posicionado, a favor da "JUSTIÇA". Isaias, era um homem da corte; Quero dizer, vivia ao lado dos Reis; Mais não a favor. Lembrei-me de Isaias, por seu preparo; Isaias, tinha o preparo ideal para lidar com a complexidade daquele contexto. Ministrou por quarenta anos, num contexto marcado por muitos conchavos e ameaças. Mais mesmo assim, segundo a tradição, foi cerrado ao meio, quando tinha 92 anos. Lembrei-me de Isaias, por ele não se considerar divino; Mais um "PECADOR". Isaias, é considerado, o maior dos Profetas, nobre, intelectual; Mais treme diante da santidade de Deus; Entendendo ele, que é homem pecador, e só a graça de Deus, pode purificá-lo.; Ergué-lo para além, daquílo que é corruptível, existente.
O que dizer mais?. O mensageiro do Cristo......Que Deus, possa guiar os pastores, neste tempo, em nome de Jesus!.
Lembrei-me de Isaias!!. Por que?. Por ser ele um Profeta messiânico. Sim, ele foi um profeta da "ESPERANÇA", em tempo de desesperança. Ele anunciara que Deus, enviaria um Messias, que traria paz, justiça e salvação para o mundo. Longe de mim, querer fundar a vida existencial, no além. Esta vida é aqui; Mais a vida eterna ultrapassará isto; E foi o Messias, que nos propiciou isto. Logo, a nossa esperança é o Cristo. Logo, esperançar, é esperar sua volta. Lembrei-me de Isaias, pelas adversidades, do seu contexto. Políticas; Tempo de desbravamento da Monarquia Egípcia e dos Caldeus. Tempo de muita pressão, tensão, e também de opressão, para aqueles que exerciam seu ministério com sinceridade. Sociais; Período marcado pela injustiça Social. A desvalorização dos menos favorecidos. Lembrei-me de Isaias, por não ser ele um ideólogo, dos seus; Mais alguém posicionado, a favor da "JUSTIÇA". Isaias, era um homem da corte; Quero dizer, vivia ao lado dos Reis; Mais não a favor. Lembrei-me de Isaias, por seu preparo; Isaias, tinha o preparo ideal para lidar com a complexidade daquele contexto. Ministrou por quarenta anos, num contexto marcado por muitos conchavos e ameaças. Mais mesmo assim, segundo a tradição, foi cerrado ao meio, quando tinha 92 anos. Lembrei-me de Isaias, por ele não se considerar divino; Mais um "PECADOR". Isaias, é considerado, o maior dos Profetas, nobre, intelectual; Mais treme diante da santidade de Deus; Entendendo ele, que é homem pecador, e só a graça de Deus, pode purificá-lo.; Ergué-lo para além, daquílo que é corruptível, existente.
O que dizer mais?. O mensageiro do Cristo......Que Deus, possa guiar os pastores, neste tempo, em nome de Jesus!.
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VIVENDO E PENSANDO.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
"DISLEXIA COGNITIVA".[IIReis-6:15-16].
INTRODUÇÃO: Neste texto, nós encontramos o servo de Elizeu, acometido
por uma doença espiritual, que os pedagogos, e os psicólogos, chamariam
de "Dislexia Cognitiva".
Dislexia, vem do grego dys, que significa imperfeito, disfunção. Isto é, uma função anormal ou prejudicada; E lexia, linguagem. É uma específica dificuldade de aprendizado da linguagem; Dificuldade de leitura. A dislexia, claro está associado a crianças que possuem esta disfunção; Uma dificuldade de aprender a ler. Paulo Freire, já se referindo a um contexto diferente, ou mais amplo, dizia:"É preciso ler o mundo, para compreender as palavras com competência". Ler o mundo é compreender a diversidade de linguagens envolvida.
O Profeta Elizeu, atrapalhando os planos do Rei da Síria, foi cercado em um determinado ambiente, pelo seu exército; Então, o servo de Elizeu, se levantou muito cedo, e olhando ao seu redor, não conseguiu perceber completamente a real realidade em sua volta..
Que lições, tiramos aqui?.
1-O QUE É DISLEXIA COGNITIVA?.
1-1-Muitos do nosso contexto atual, também estão com dislexia cognitiva.
2-1-Mudança radical da realidade.
2-1-1-Da cosmovisão do mundo
3-1-Alienação da realidade.
4-1-É preciso reconhecer, quando percebermos a incompletude da visão.
CONCLUSÃO: Dislexia cognitiva é a incapacidade de interpretar a realidade. Pode ser diagnosticada, como uma doença; Pois esta atrapalha o crescimento e o desenvolvimento. É preciso haver uma cura: Na Igreja, na família e na Sociedade.
Dislexia, vem do grego dys, que significa imperfeito, disfunção. Isto é, uma função anormal ou prejudicada; E lexia, linguagem. É uma específica dificuldade de aprendizado da linguagem; Dificuldade de leitura. A dislexia, claro está associado a crianças que possuem esta disfunção; Uma dificuldade de aprender a ler. Paulo Freire, já se referindo a um contexto diferente, ou mais amplo, dizia:"É preciso ler o mundo, para compreender as palavras com competência". Ler o mundo é compreender a diversidade de linguagens envolvida.
O Profeta Elizeu, atrapalhando os planos do Rei da Síria, foi cercado em um determinado ambiente, pelo seu exército; Então, o servo de Elizeu, se levantou muito cedo, e olhando ao seu redor, não conseguiu perceber completamente a real realidade em sua volta..
Que lições, tiramos aqui?.
1-O QUE É DISLEXIA COGNITIVA?.
- Dislexia é um defeito que incapacita a criança de aprender a ler. Alguém com dislexia dentro de um contexto mais amplo de leitura, seria aqueles, que por alguma disfunção, tivesse dificuldade de ler o mundo. De compreender a diversidade de linguagens, que envolve o mundo.
- Cognição, é a capacidade de perceber sempre, uma situação nova no Social. Ou seja, é uma capacidade de interpretar e reinterpretar a realidade. É a capacidade de percepção social. O desenvolvimento social, é marcado por vários processos cognitivos.
- No contexto aqui, mencionado de Elizeu, a realidade envolvia o supra-cultural. O servo de Elizeu estava com dislexia cognitiva; Não estava percebendo toda realidade social, que lhe cercava. Não conseguia ler o que via.
1-1-Muitos do nosso contexto atual, também estão com dislexia cognitiva.
- Não consegue ler o mundo com sua diversidade de linguagens.
- Não consegue perceber toda realidade do seu contexto.
- Não consegue ler o que ver, principalmente quando envolve o supra-cultural
2-1-Mudança radical da realidade.
- A noite uma coisa, pela manhã outra.(v-15).
2-1-1-Da cosmovisão do mundo
- Houve uma mudança radical; Que foi a ruptura que se deu da modernidade, para um período pós-moderno
- A Igreja, está inserida neste contexto.
- Falta de espiritualidade, produzida por este contexto cultural.
- O moço estava olhando a realidade com olhos carnais
- Falta de espiritualidade, leva o homem a ter uma visão distorcida do supra-cultural: Os Anjos, o mundo espiritual, etc.
- Conhecimento teológico
- Conhecimento filosófico
- Conhecimento científico
- Disse o Profeta:"O meu povo foi destruido, porque lhe faltou conhecimento".[Os-4:6].
- Disse Jesus:"Conhecereis a verdade, e ela vos libertará.
- Salomão pediu sabedoria a Deus.
3-1-Alienação da realidade.
- Muitos não sabem que caminho tomar.
- O moço: Estamos cercados..
- Muitos não enxergam uma ética de convivência
- Uma ética mais global, está longe da consciência de muitos.
- Disse o moço:"E agora, o que faremos?".
4-1-É preciso reconhecer, quando percebermos a incompletude da visão.
- Segundo Paulo Freire, a sensação de inacabamento, é algo positivo
- Tudo está em mudança, trazendo a necessidade de estarmos constantemente evoluindo.
- Alguns se fecham numa leitura do mundo, que é parada.
- Elizeu pediu para que Deus, abrisse os olhos daquele moço.
- Precisamos interceder por aqueles que não conseguem mais enxergar o supra-cultural.
- O sábio diz:"A inteligência te conservará".
- O conhecimento teológico, o conhecimento em geral.
- É importante evoluir; Discernir dados, informação e conhecimento.
- É preciso ser inteligente para discernir o real do ideológico.
CONCLUSÃO: Dislexia cognitiva é a incapacidade de interpretar a realidade. Pode ser diagnosticada, como uma doença; Pois esta atrapalha o crescimento e o desenvolvimento. É preciso haver uma cura: Na Igreja, na família e na Sociedade.
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