A Cidade ideal de Platão, que é a dos filósofos cresceu e virou uma megalópole; Dai a multiplicidade de ideias, de sistemas. Dai tanta gente perdida...
O blog "REVIVER", tem como meta, trazer um "SABER", teológico, mais não como construção de um "PODER INSTITUCIONAL", mais livre de Ideologias, para que assim, possa trazer uma "LIBERTAÇÃO PLENA":Espiritual,Social e Política.Para tanto, a nossa "VISÃO", é associar "CONHECIMENTO E UNÇÃO". Este "MODELO", está no Ministério, Apostólico de Paulo..
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
"A CIDADE CRESCEU".
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sábado, 26 de novembro de 2016
"MORRE DR.RUSSELL SHEDD"
Russell Phillip Shedd: uma vida de amor à Palavra de Deus

Russell Phillip Shedd: uma vida de amor à Palavra de Deus
Com enorme pesar, informamos que nosso fundador e presidente emérito, o dr. Russell Phillip Shedd, faleceu na madrugada de hoje.
O velório será a partir de amanhã (27/11) na Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão, Rua Tito 240, Vila Romana – São Paulo. Haverá um culto às 10h deste domingo. O enterro será na próxima quarta-feira (30/11) às 14h no Cemitério da Paz, Rua Doutor Luiz Migliano, 644, São Paulo.
Juntamente com a igreja brasileira, lamentamos profundamente a perda deste servo valoroso, que deixará uma lacuna irreparável. Ainda assim, alegramo-nos no Senhor por saber que ele, tal como o Apóstolo Paulo, combateu o bom combate, terminou a carreira, guardou a fé e tem reservada para si a coroa da justiça.
Fiel mensageiro da Palavra, o dr. Shedd foi incansável em seu ministério, tendo percorrido todo o Brasil como conferencista e professor, pregando e palestrando em congressos, igrejas, seminários e faculdades de Teologia. Foi exemplo extraordinário de uma vida de amor à Palavra. A literatura e o ensino teológicos no Brasil devem muito à incansável, inspiradora e comovente dedicação desse grande servo de Deus.
Ele deixa a esposa, dona Patricia Shedd, com quem foi casado por 59 anos, além de 5 filhos (Timothy, Nathanael, Pedro, Helen e Joy), 14 netos (Laura, Kelley, Rebecca, Katherine, Leander, Cayenne, Henry, Jonathan, Michael, Stephanie, Evelyn, Scott, Susan e Katie) e uma bisneta (Izabella).
O velório será a partir de amanhã (27/11) na Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão, Rua Tito 240, Vila Romana – São Paulo. O enterro será na próxima quarta-feira (30/11) no Cemitério da Paz, Rua Doutor Luiz Migliano, 644, São Paulo.
Em breve daremos mais detalhes.
Um breve relato da vida e da obra de Russell Shedd
Russell Phillip Shedd nasceu em Aiquile, pequena cidade boliviana, no ano de 1929. Aos dez anos de idade, já falava espanhol, inglês e aprendera também o dialeto local. A semente de seu amor à Palavra germinou já na mais tenra infância, quando o menino acompanhava os pais, Leslie e Della Shedd, ambos missionários, em percursos evangelísticos pelas aldeias da Bolívia.
No início da adolescência, volta com os pais e irmãos para os Estados Unidos e cursa o segundo grau em duas instituições: Westervelt Home e Wheaton College Academy. Depois disso, a profunda sede pelo conhecimento da Palavra leva o jovem Shedd a uma intensa jornada de cursos. Primeiro, estuda Teologia no Wheaton College, onde recebe o grau de bacharel com especialização em Bíblia e Grego. Depois, decide fazer um mestrado em estudos do Novo Testamento na Wheaton College Graduate School. Muda-se então para o estado da Filadélfia e matricula-se no Faith Seminary, onde adquire o título de mestre em Teologia, em 1953. Dois anos depois, aos 25 anos de idade, conquista o grau de doutor em Filosofia (PhD) na renomada Universidade de Edimburgo, na Escócia. Em 1955, volta para os Estados Unidos e aceita o cargo de professor no Southeastern Bible College, em Birmingham, no estado do Alabama, onde conhece uma aluna, Patricia Dunn, com quem viria a se casar em 22 de junho de 1957.
Tendo os olhos e o coração voltados para a obra missionária, em 1959 o jovem casal é enviado pela Conservative Baptist Foreign Mission Society (CBFMS) para Portugal. Ali, Russell Shedd recebe com grata satisfação o encargo de acompanhar um ministério de literatura em formação. Denominado “Edições Vida Nova”, esse ministério fora fundado com o propósito de fornecer textos teológicos básicos e obras de referência bíblica para estudantes, professores e pastores.
Passados três anos, Russell Shedd e os demais missionários notaram que o programa de publicações sofria duas sérias limitações: os altos custos de impressão e a baixa e lenta demanda dos livros na minúscula comunidade evangélica portuguesa. Após muitas orações e deliberações, os olhos dos missionários voltam-se para um país do outro lado do Atlântico, com uma comunidade evangélica maior e em franco crescimento, contando ainda com a possibilidade de baixos custos na produção editorial. O plano inicial era que Russell Shedd ficasse dois anos no Brasil com o objetivo de implantar uma ação editorial em São Paulo e depois voltasse para Portugal.
Em agosto de 1962, o casal Shedd chega ao Brasil, onde permanece, sem retornar a Portugal, e onde Russell Shedd passa a ensinar e a inspirar amor à Palavra de Deus, dando continuidade ao ministério de Edições Vida Nova. Ele sempre se dedicou de corpo e alma ao estudo e ao ensino das Escrituras, seja na área do ensino teológico, seja na área de publicação de livros evangélicos que facilitassem a compreensão e o conhecimento das Escrituras, sendo mais de 25 deles de sua autoria. Por muito tempo esteve à frente do ministério de Edições Vida Nova e, embora há vários anos tivesse passado a presidente emérito, jamais deixou de amar e participar dessa obra. Também atuou como consultor da Shedd Publicações. Sua influência perdura até hoje mesmo depois de aposentado, sendo um ativo influenciador de líderes e membros da igreja brasileira.
Na Faculdade Teológica Batista de São Paulo foi professor de Novo Testamento e diretor do Departamento de Novo Testamento e Exegese. Lecionou também em outras renomadas instituições ao redor do mundo.
Somos profundamente gratos a Deus pela forma maravilhosa em que usou o dr. Shedd para influenciar e impactar a todos a quem ele teve a oportunidade de discipular, usando-o também por meio de aulas e palestras e dos muitos livros escritos ou editados por ele. Com certeza, seu exemplo e ensino serão seguidos por muitos anos. Todos os que o conheceram só podem dizer, juntamente com ele, Soli Deo gloria!
Fonte: Site da Editora nova vida.
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TEXTOS RELEVANTES
terça-feira, 9 de agosto de 2016
EXORTAÇÃO PATERNAL DE DEUS.[PV-4:20-27].
Este texto, é uma
exortação paternal de Deus. Ela está diretamente relacionada com o valor da
palavra em relação á aquilo que tende constantemente a querer substituí-la. Diz
o texto: ”Filho meu atenta as minhas palavras e meus ensinamentos”. Teve e
sempre tem na comunidade, coisas que querem substituir a palavra, o ensinamento
diário na condução daquele que é filho. Hoje existe, a propaganda, a política
eclesiástica, a própria interpretação da igreja, como negociata. Tudo isto
sempre leva a um desejo de poder desmedido e a muita manipulação. Mais o que
dizer, do contexto aqui colocado?.
Primeiramente, aqui
neste contexto, é uma exortação a filhos. Deus diz: ”Filho meu”. Tem muita
gente no contexto da igreja, eclesiástico que não foi gerado por Deus. Não
nasceu da fé na palavra, sendo gerado pelo espírito. Foi trazido para este contexto
por motivações diversas. Mais Deus aqui está falando com aqueles que são crias
da fé na palavra. Deus falou e ainda fala com aqueles que foram gerados por
ele. Quem é filho, independente da situação em que se encontra, sabe quando
Deus está falando com ele. O que é ser filho de Deus, de acordo com esse
entendimento?. O modelo é o próprio nascer de Jesus. O Anjo Gabriel trazendo a
palavra da parte de Deus, apresentou-se a Maria e disse:” Eis que conceberás, e
dará a luz um filho, a quem chamarás pelo nome Jesus”.(Lc-1:26-38). Ao ouvir a
palavra Maria Creu, descendo sobre ela o espírito santo, gerando assim o
primogênito de Deus no planeta, a saber, Jesus Cristo. Assim aconteceu comigo,
com você. Você creu na pregação da Palavra, o espírito veio e gerou a certeza
da filiação. O Espírito revelou o mistério da reconciliação; Conforme diz
Paulo, em (2Co-5:18-21), que Deus, estava em Cristo reconciliando consigo o
mundo; Não imputando aos homens as suas transgressões; E nos confiou a palavra
da reconciliação. Ou seja, Deus reconciliou-se com o mundo em Cristo; E é
através da pregação da palavra que aqueles que estão em ignorância quanto a sua
filiação, são despertados, tomam consciência de serem filhos de Deus. Aquele
que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; Para que nele, fossemos
feitos justiça de Deus.(v-21). Ou seja, nós os despertados; Nós os que tomamos
consciência da filiação, somos filhos da graça de Deus. Somos nascidos de Deus.
O nascimento não partiu daquele que nasceu, mais daquele que o gerou. Em
(Jo-1:13), diz que aqueles que receberam ou que recebem a Cristo, não nascem do
sangue, nem da vontade da carne, ou do homem, más da vontade de Deus. Pela
loucura da pregação, pela palavra, pela boa nova; Naquele que está em
ignorância quanto a sua filiação, é despertado a consciência de filho. O
nascimento não é algo natural, mais sobrenatural. O despertar da consciência
pela palavra. O crer na palavra abre a
porta para o sopro do espírito, gerando o novo nascimento. Diz o texto: ”Más a
todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a
saber, os que creem em seu nome”.(Jo-1:12). A verdadeira filiação divina está
num novo nascimento. Está em um nascer espiritual. Em um nascer do sopro do
espírito santo. Esta filiação é metafísica e pessoal. Ela não vem por hereditariedade
de raça, de família, ou religiosa. Ela vem pelo crer no nome de Jesus Cristo,
como o verbo eterno que se fez carne. Que ele é o filho unigênito de Deus, e é
verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Crendo que o verbo se fez carne para que
pudesse fazer o sacrifício da cruz. Para levar no seu corpo o pecado do mundo,
e lavar em seu sangue o pecado de todo aquele que nele crer. Aquele que o
recebe como redentor, salvador e Deus. Aqueles que não o receberam, que não o
recebem como tal, continuam na ignorância quanto a sua filiação, pois a
redenção foi realizada no calvário para todo sempre. Em (Ef-1:4-14), Paulo diz
que os filhos foram predestinados; Claro, segundo a presciência de Deus. Por adoção
viemos a ser filhos, por meio de Jesus Cristo. Nele tivemos a redenção, a
remissão dos pecados pelo seu sangue. A palavra redenção originalmente foi
usada para designar a soltura de um escravo, mediante o pagamento de um preço.
Assim, foi pela a obra redentora de Jesus, que fomos libertos da escravidão do
pecado. Fomos comprados por um preço. Jesus, pagou o preço por nossa
libertação, por nossa redenção. Ele era o unigênito de Deus.(Jo-1:14). Com a
sua morte passou a ser o primogênito.(Hb-1:6). Ele foi o primeiro filho de
Deus. Pela sua morte e ressurreição; Por adoção, os demais foram e são gerados.
Em segundo lugar, o
conteúdo da fala de Deus, à aqueles que são filhos. Que nasceram da fé na
palavra. Que foram gerados pelo espírito santo.(v-20,21). A palavra deve ser
valorizada em relação à aquilo que quer tomar o lugar da palavra, que quer
substituir a palavra, que quer competir com a palavra no contexto da fala, da
revelação de Deus. Existiu, existe e sempre existirá coisas que querem
substituir a voz de Deus, na condução de seus filhos. A palha quer substituir o
trigo. Em (Jm-23:28), nós encontramos este conflito da palha com o trigo.
Compreendo aqui a palha como uma falsificação da palavra. A palha é a
manipulação por uma suposta palavra de Deus. Por uma suposta experiência
sobrenatural, tipo um sonho. Por uma suposta imagem de poder, tipo um profeta
ou uma marca institucional religiosa. Neste contexto, em primeiro lugar, a
palha é um espírito de prostituição religiosa.(v-14). Esta postura era causada
pelo desejo que Judá tinha de agradar todos os grupos religiosos. O desejo de
praticar todas as formas de adoração. Isto gerava uma infidelidade de Judá,
para com Deus, como também para com a nação. Em segundo lugar, a palha é um
desejo pela prática constante do sobrenatural.(v-13). Os profetas usavam os
sonhos e a chamada profecia, como método de comunicação eficaz com o povo. Eu
sonhei!. O Senhor está dizendo!. E em terceiro lugar, neste contexto, a palha é
a mentira e o engano.(vs-25,26). A comunicação eficaz através da profecia,
através dos sonhos ministrados pelos profetas, eram simplesmente engano e
mentira. O povo da palha gosta de mentir e enganar. Entre estes, infelizmente
estão, pastores e profetas. Em nosso contexto, a partir do entendimento de que
a palha é a falsificação da palavra diretiva de Deus; É a manipulação por uma
suposta palavra de Deus; Eu diria que além de ser uma infidelidade com Deus, e
com o grupo, além de ser um desejo constante pelo sobrenatural, pelo místico,
além de ser engano e mentira, é também a propaganda gerada por uma sociedade de
mercado; Logo, por estar na prateleira a teologia de certo grupo, é a melhor, é
a doutrina mais correta, é mais eficaz, é mais profunda; O nome, o rótulo, a
marca de certa instituição ganha fama de ser a mais divina, a mais santa, a
mais poderosa, a mais elitizada, a mais rica, a mais antiga; Cada uma propaga seu
ideal. É também, política eclesiástica; E nesta muitas vezes vale tudo. Esta
política vem da força da concorrência, e das alianças do contra. Internamente
gera muitas vezes uma rebeldia destrutiva; O fruto é sempre invejas, calúnias,
injúrias, partidos, má conversações etc. Externamente, como fruto da
concorrência institucional e da rivalidade entre pastores e obreiros, gera
muita concorrência de mercado, além de um marketing muito forte contra
organizações e contra pastores. É também uma nova visão da Igreja, como
negociata. Tem muita gente vendo na igreja, uma oportunidade de dinheiro fácil.
Tem muita gente, que não ver na igreja uma missão, mais uma fraude erguida
pelos espertalhões, com finalidades financeira, política. Mais a palavra deve
ser valorizada em relação a palha. À aquilo que quer substituir a palavra que
quer competir com a palavra. A palavra diretiva de Deus, é mais importante que
a novidade, que a fantasia produzida pela propaganda, do que o engano produzido
pela política eclesiástica. A fala de Deus, vem à aqueles que são filhos, os
exortando, os motivando a valorizar a palavra. No (v-20), diz que precisamos
atentar, inclinar os ouvidos para a palavra. Em meio a este papoco da fé, é
preciso atentar para a palavra; É preciso inclinar os ouvidos a voz de Deus. Não
podemos nos deixar seduzir pela palha. Não podemos nos deixar levar pelos
comichões. É preciso deixar de selecionar os discursos de conveniência e se
submeter à aquilo que Deus realmente está falando ao contexto que estamos
inseridos. No (v-21), o pai diz ao filho: ”Guarda meus ensinamentos no
coração”. Para lidar com o frenesi, com o modismo da fé na comunidade, basta
inteligência; Usar a lógica. Se você tiver (QI); Não precisa ser muito elevado;
Você não será manipulado. Mais aqui no (v-21), para lidar com a palavra
diretiva de Deus, é preciso inteligência emocional. A palavra nós guardamos no
coração. Em meio a sedução, fruto da concorrência, da propaganda, a palavra
diretiva não pode ser meramente uma mercadoria; Mesmo ela sendo teologia. Toda
palavra é teologia, mais nem toda teologia é a palavra. A inteligência
emocional me fará ver não só o sentido temporal das coisas, mais o significado.
Ela me permitirá em meio todo contexto permeado de coisas substitutas da
palavra, valorizar a palavra diretiva de Deus, guardando-a no coração; Vendo
nela não somente sentido mais significado.
Em terceiro lugar, o
poder da palavra no coração.(v-22). Quando inteligentemente lidamos com aquilo
que quer substituir a palavra, e a guardamos no coração, nos tornamos poderosos
espiritualmente. A palavra nos traz a vida. O crê na palavra produz o novo
nascimento. Em (Rm-10:8-10), diz que é com o coração que se crê na palavra. A
palavra vivifica. No (Sl-119:50), diz o salmista: ”O que me consola na minha
angustia, é que a tua palavra me vivifica”. A palavra alimenta. Em (Mt-4:4),
Jesus diz que não só de pão vive o homem, mais de toda palavra que sai da boca
de Deus. São muitas as bases bíblicas para esta verdade. Quando crida com o
coração, a palavra nos torna espiritualmente poderosos. Tem muita gente que
está morrendo espiritualmente, porque começou a desprezar a palavra e começou a
comer a palha; Esta que compete com a palavra, que quer substituí-la. Quando guardamos a palavra no coração, ela não
somente nos traz vida, mais também saúde. Em obediência podemos adoecer sim,
ser provado; Mais a rebeldia a palavra, pode nos trazer muitas doenças; Doenças
na alma e doenças físicas. Algumas doenças são simplesmente fruto de uma
desarmonia com a vontade de Deus. Em (Pv-8:36), diz que aquele que está em
desarmonia com Deus, violenta a própria alma. O exterior das pessoas esconde
muitas vezes o seu real estado, psicológico, emocional. Algumas doenças
físicas, podem também ser fruto de uma obstinação em está em desobediência; Ou
seja fruto de uma rebeldia que não quer cura. Em (Nm-12:10), vemos esta
obstinação em Miriã; A resistência em não querer entender a forma de Deus, se
relacionar com o indivíduo. No caso com Moisés; Sendo ela assim disciplinada.
Miriã ficou leprosa.
Em quarto lugar, os
cuidados que um filho de Deus, tem que ter, num contexto, onde muitas coisas
querem substituir a palavra. Primeiro, tenha cuidado com seu coração.(v-23).
Neste específico contexto, o jogo político
é de sedução. Num contexto, onde a palha está predominando, é muita técnica de
manipulação, de ilusão. Cria-se ídolos, fetiches; Claro com finalidade transitória;
É sempre uma simulação de certa imagem já consolidada, ou em ascensão. Mais
dependendo do contexto, a técnica de sedução pode ser muito mais baixa ainda.
Eu diria que muitas comunidades hoje já estão viciadas num certo pirotecnismo
exercido por algumas imagens em ascensão. Cuidado com aqueles que querem lhe
seduzir neste contexto, com o que é diferente da palavra. Segundo, tenha
cuidado com a língua.(v-24). Quando somos cooptados por estas imagens
manipuladoras, tendemos também a assumir suas técnicas, seus enganos, suas
falácias; E é ai que muitas vezes perdemos o controle de nossa língua. Não
somente com a concorrência mais até com os amigos e os mais íntimos; Passamos a
usar nossa boca falsamente. Cuidado com a falsidade da boca, cuidado com
perversidade dos teus lábios. Neste contexto, tem muita gente dizendo: ”Com a
nossa língua, nós prevaleceremos”(Sl-12:4). Cuidado filho!. Com a sua língua,
com a do outro. Terceiro, tenha cuidado com os teus olhos.(v-25). Neste
contexto também é preciso ter cuidado com a visão; De como nós enxergamos este
ambiente, o próximo inserido nele. É preciso olhar direito. Geralmente neste
ambiente de manipulação, de ilusão, onde está presente a sedução, línguas venenosas,
a visão é de coisificação. O outro é sempre visto como uma coisa. É preciso
olhar direito para o ambiente, discernir bem e mal; Olhar direito para o
próximo; Como se fosse para si mesmo. Em (Mat-6:22-23), diz que os olhos são a
lâmpada do corpo; Se os nossos olhos forem bons, nossa visão será iluminada;
Porém se forem maus, nossa visão será escura. Cuidado!. Quarto, neste contexto,
o caminho será sempre uma escolha do bem diante de um mal sedutor.(v-26,27). Neste
contexto, é preciso examinar atentamente todas as coisas. O Caminho deve ser
ponderado; É preciso ter cuidado para não desviar o foco; É preciso atentar
para o que é o escopo da missão. É preciso pisar devagar, de tal maneira que possamos
evitar sermos engodados pelo mal, em busca de uma retidão, em busca do bem.
Cuidado!.
Então, Deus o nosso
pai, neste contexto, continua a nos orientar, a nos exortar como filhos amados,
a fim de continuarmos a missão. Não podemos permitir que a palha venha
substituir o trigo; Ou que um sentido existencial, predomine sobre aquilo que
trás o real significado para vida; No caso, a palavra diretiva de Deus.
Precisamos guardar a palavra no coração, para sermos poderosos espiritualmente.
Roberto Mota.
Fonte: Mensagem pregada na Igreja Batista Reviver.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2016
SABEDORIA, A INTELIGÊNCIA DO BEM.[Pv-9:1-11].
Este texto trata do valor da
sabedoria para uma vida bem sucedida. Uma vida sem sabedoria, é uma vida sem
entendimento, é uma vida de insensatez, é uma vida de ignorância. Mais o que é
sabedoria?. Primeiramente ela está na simplicidade. Ela convida a simplicidade.
Diz o texto: ”Quem é simples volte-se para aqui”.(v-4). Aquele que idealiza a
sofisticação, dificilmente se tornará sábio; A própria sofisticação está na
simplicidade de ver, de ser e de existir. Dizia Leonardo da vince:”A
simplicidade é o último degrau da sofisticação”. Logo, naturalidade e
simplicidade tem aquele que é sábio. Segundo, sabedoria não é conhecimento. Não
é o armazenamento de saberes, de experiências. Vivemos na era do conhecimento;
Há uma revolução conceitual. É de suma importância hoje o aprendizado, ser
atualizado. O conhecimento no mundo atual, é o mais importante fator de
produção de riqueza, mais não é sabedoria. Terceiro, sabedoria não é
inteligência. Com a revolução conceitual, o que mais importa hoje, é colocar
este conhecimento em prática, e isto só será possível com a prática da
inteligência. O que eu quero dizer com isto?. Que inteligência não é
conhecimento, é habilidade. O conhecimento sem a inteligência hoje, é inútil.
Mais inteligência não é sabedoria. Então, o que é? É a inteligência do bem. A
inteligência pode usar o conhecimento para o mal, ou para o bem. O sábio é
aquele que usa seu conhecimento para a prática do bem, ou apenas para o bem.
A partir deste texto, o que
dizer da sabedoria?. Primeiramente que a sabedoria edifica. Nos (vs-1,2,3),
deste texto diz que a sabedoria é quem edifica desde a casa até a Cidade. O que
é edificar?. É levantar, é erguer, é a
construção de alguma coisa desde o alicerce, a partir de um plano estabelecido.
Logo, o sábio é aquele que edifica sua casa, é aquele que edifica a igreja, é
aquele que edifica a comunidade, é aquele que edifica a cidade. Segundo, quem
tem sabedoria, torna-se agente do bem.(v-5). Diz aqui o texto: ”vinde, comei do
meu pão e bebei do vinho que misturei”. A sabedoria não só convida a
simplicidade, e a simplicidade, mais ela convida para o bem. Para festejar,
para um banquete regado a pão, carne e vinho. A sabedoria convida o simples ao
bem. Aquele que no decorrer da vida se torna um sábio, também se tornará um
agente do bem. Alguém preocupado com os problemas ao seu redor, do seu
contexto, do mundo. Terceiro, o fundamento da sabedoria é o temor do
Senhor.(v-10). Num mundo, onde a lei do mais forte prevalece, só faz o bem quem
teme a Deus. Que sabe que existe um ser superior. Quarto e último lugar, o
sábio, aquele que alcança a sabedoria em sua existência, tem, terá vida longa e
abundante.(v-11). A sabedoria pode me levar a construir grandes coisas, a
alcançar grandes objetivos, a alcançar riquezas; Mais acima de tudo me leva a
ter uma vida longa e com qualidade, e certamente na presença do eterno, do Deus
que dar a sabedoria.[2 Cr-1:7-12].
No mundo atual, o
conhecimento, a inteligência tem se multiplicado; Mais são os conflitos que
estão se multiplicando. Por que?. Porque o homem usa a inteligência para o mal.
A insensatez, a ignorância tem sido a escolha da maioria, em vários contextos.
Que Deus erga pessoas dotadas de conhecimento e inteligência, mais também
tementes a ele, a fim de que sejam sábios, e assim possam ser os edificadores da
terra.
Roberto Mota
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VIVENDO E PENSANDO.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
sábado, 11 de julho de 2015
" A VISÃO ARISTOCRÁTICA DE MUNDO".
A ideia da igualdade de direitos
emergiu na modernidade como o núcleo da vida democrática. Foi a partir dessa
ideia que se criou o espaço das lutas políticas em função de sua efetivação na
configuração das sociedades. Desde a redemocratização após a dissolução da
ditadura militar nós brasileiros temos passado por essa experiência e tomamos
consciência de que há obstáculos enormes em diversos níveis de nossa vida para
o estabelecimento entre nós de uma sociedade que mereça o nome de democrática.
Um desses obstáculos se vincula à nossa cultura política e se pode chamar de "visão
aristocrática da vida”, algo radicalmente contraposto a uma concepção
democrática e ainda fortemente presente em nossa maneira de ver o social,
embora no mais das vezes de forma implícita.
Uma primeira característica dessa
forma de pensar é o que os sociólogos denominam a "naturalização da vida
social”. Trata-se da legitimação da ordem social faticamente existente através
de sua identificação com uma ordem que provém da própria constituição do ser
humano. Nessa ordem não se deve tocar porque o lugar que cada indivíduo ocupa
no todo social lhe é determinado pela ordem natural das coisas que lhe é
transmitida em seu nascimento. Cada um deve querer ser aquilo que ele é por
natureza, deve seguir o caminho que lhe foi traçado desde o nascimento em razão
de sua natureza. Assim, o rico deseja ser rico, o pobre deve desejar ser pobre,
o negro e a mulher não têm porque querer mudar seu lugar no mundo. Somente a
ilusão, a fraqueza da vontade ou a manipulação da consciência explicam o
aparecimento de posturas que não se adéquam a essa situação natural. Isso
significa identificar o faticamente existente com o normativo e em alguns casos
essa identificação ainda aparece justificada por referência a ideias
religiosas, ou seja, é na própria esfera divina que a lei ou o conjunto das
normas encontram sua origem e sua legitimação.
Na visão aristocrática da vida a
experiência do outro é uma experiência de níveis distintos de humanidades: cada
um se encontra num nível determinado na hierarquia dos humanos, Dessa forma, há
uma experiência das diferenças entre os seres humanos que resiste às
semelhanças biológicas e às características comuns do ser pessoal. A humanidade
é vista como uma humanidade naturalmente diferenciada e cada um se deve
contentar com "seu lugar”. Numa palavra, para essa concepção há graus de
humanidade (embora normalmente ninguém tenha coragem de assumir abertamente
semelhante afirmação) e nós certamente tomaríamos um grande susto se
examinássemos com honestidade e rigor nossas palavras e nossos comportamentos
porque iríamos descobrir que falamos e nos comportamos muitas vezes de acordo
com esta concepção do mundo e por isso na realidade nos contrapomos à tese da
igualdade de direitos.
A visão democrática emerge de uma
experiência radicalmente oposta: pode-se dizer que aqui a experiência básica é
a de que o outro é meu semelhante de onde decorre a tese da igualdade básica de
todos os seres humanos e a exigência de configurar a vida de tal modo que esta
igualdade básica se efetive em relações simétricas em todas as esferas da
existência resistindo a todo tipo de ordenação que procure impedir ou limitar
sua efetivação. Na raiz da democracia está a primazia da igualdade o que
implica um combate contra os privilégios que devem neste contexto devem ser
considerados como elemento inaceitável e a luta pela igualdade de direitos.
Quando se assume esta postura, a visão aristocrática perde seu caráter natural
e se revela como fruto de pura convenção que se funda em interesses de
determinados grupos sociais. Essa descoberta do caráter construído da ordem
social, econômica e política traz, como diz o presidente do Observatório de
Desigualdades de Paris, P. Savidan, grandes consequências não só para a
configuração da vida coletiva, mas também para a experiência que o ser humano
faz de sua própria humanidade.
Manfredo Araújo de Oliveira
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TEXTOS RELEVANTES
sábado, 23 de maio de 2015
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