domingo, 6 de janeiro de 2013

Antônia Cavalcante Mota, minha vó e mãe. 94 anos. Um exemplo de vida!!. Visita em 06/01/2013.

sábado, 5 de janeiro de 2013

"LIBERAL, MAIS CLASSICISTA".

O teólogo liberal tradicional, talvez não consciente, é inclusivo, mais ao mesmo tempo, é classicista. Percebo isto, em muitas falas. É, na visão liberal tradicional, só os cidadãos livres, são iguais. Esta ideologia, refletiu também na teologia; E mesmo depois, destes não livres alcançarem....A sua inclusão, é apenas um discurso. Este pensar, precisa evoluir, pois não representa mais o ideal liberal do século XXI. Mais cuidado com o jogo semântico, em cima desta palavra "LIBERAL". E mais ainda, minha perspectiva liberal, não engole muita coisa da teologia liberal do século XIX.

sábado, 15 de dezembro de 2012

"A PALAVRA É A BOA NOVA".

É, teologia não é a palavra de Deus, más a palavra de Deus, é teologia. Teólogo inspirado não é aquele que fala o que Deus falou, é aquele que fala, o que Deus, está falando. É a palavra em ação. É a palavra agindo no contexto local e temporal. O que não impede, de apartir de Deus, falar, em contextos específicos, surgirem teologias famosas, mais só teologia. A palavra é o kerygma. A "PROCLAMAÇÃO". A boa notícia!!.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

"TEOLOGIA NÃO É, A PALAVRA DE DEUS".

Algumas teologias me agradam. Por exemplo, a teologia da libertação. Mais o povo precisa ouvir a voz de Deus, mais do que a da teologia. Esta voz é local. Ela intui orientar problemas locais, temporal. A propaganda teológica, ofertando, a melhor, a mais barata, a mais poderosa, tem deixado a igreja embriagada, e não motivada para a "MISSÃO". Pois, não podemos confundir pregar o evangelho, com "COOPTAR". pessoas para nossa teologia-ideologia. Mais a palavra de Deus, é "TEOLOGIA".

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

"OLHAR QUE IMACUMBA".

Em certo sentido, filosoficamente, quando somos contaminados, por um olhar, seja de um indivíduo, seja de um coletivo; Então fomos coisificados. Fazer uma análise separadamente, com isenção, é cada vez, mais difício. Para os que não caem no isolamento, preciso é aprender a lidar, com as réguas; E sempre quando possível, entrar num processo de "PURIFICAÇÃO", de percepções imacumbadas. Husserl, explica, a contaminação e a purificação, daquele que foi coisificado. Talvez, uma Igreja, que se funda, como  alternativa, não precise de tal purificação, tendo em vista, que se alto rotular como tal, já estará totalmente coisificada. Mais, o indivíduo, ou Instituição, que se poste como sujeito, certamente, intende o valor da purificação. Que nada mais é, que não aceitar-se, como "IDEAL", da relação com tal indivíduo, ou tal coletivo; quando este não é real.

                                                                                                        Roberto Mota.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

"SABER DE POUCOS, NÃO É O DE DEUS".


Por não acreditar numa fé gnóstica; No sentido do princípio do gnosticismo, que é alcançar Deus, por um conhecimento superior, ou um conhecimento de poucos; não acredito que Deus, exclua os equivocados. Claro, isto quando o equívoco, tem haver com ausência de uma  consciência conceitual incompleta da fé verdadeira. Pensar a fé assim, é tornar o ceú exclusivo, para uma elite intelectual. É uma visão, bem Platônica, bem antiga; Tipo: O Rei filósofo, Os ignorantes não estão háptos, a opnarem, em questões administrativas. Sim, teologia é feita assim, apartir idéias dominantes; Mais o problema, é quando esta, não como verdade, mais se assume como teologia verdadeira em detrimento das outras. Pois repitindo minha afirmação, já aqui no blog:"Dizer que a palavra de Deus, é absoluta, não significa dizer, que o conhecimento desta verdade, é absoluto". Apartir de nosso contexto, ou do contexto da Missão, ou de nosso próprio contexto imaginário, fazemos teologia, objetivando resultados. Eu também tenho medo, dos donos da verdade. Daqueles, que se valendo de uma imagem de "CONCEITUADO", já não se horizontalizam mais. Mais ditam de cima para baixo, o que é certo e o que é errado. O que é verdade e o que é mentira.

                                                                                                        Roberto Mota.