sexta-feira, 14 de setembro de 2012

"DISCERNINDO O PROPÓSITO".

Um representante Institucional, olhou para um dos componentes, da organização, e disse:"Você já chegou além do esperado". Eu diria que alguém ingênuo, entenderia isto como um elogio. E até pode ser, dependendo do contexto desta fala. Mais, eu diria que aqui, é teleologia aplicada; consciente ou inconscientemente. Teleologia, só se faz, em parceria com a teologia. O que eu quero dizer com isto?. Quero afirmar, que um propósito divino, pode chocar-se, com um propósito Institucional. Por que?. Por a idéia, ser a mesma, porém a finalidade conflitante.

Aqui, para, os que, a priori, já entenderam, é uma síntese. Para os demais pode ser uma chave, para .....
Posteriormente postarei um artigo, sobre este assunto compléxo.

                                                                                                     Roberto Mota.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

"IGUALDADE SOCIAL".

"A FÉ, E O MERCANTILISMO".


O contexto mercantilista, faz com que o "EVANGELHO", também esteja na prateleira. Alguns o vendem caro demais, outros o barateiam por demais. Mais ele avança, porque ele é supracultural. A verdade do Evangelho, está acima da verdade da cultura. A Igreja, que estava em Filipos, Paulo, disse:"Verdade é que também, alguns pregam a Cristo, por inveja e porfia, mais outros de boa mente; Uns por amor, sabendo
 que fui posto, para defesa do Evangelho; Mas outros, na verdade, anunciam a Cristo, por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflições, as minhas prisões. Mais o que importa?. Contanto que Cristo, seja
anunciado de toda maneira, ou com fingimento, ou em verdade; Nisto me regozijo, e me REGOZIJAREI AINDA.[Fp-1:15-18]. A questão, em muitas circunstâncias, não é, se estar vendo ou não o erro, os desvios; É que existe algo mais importante, mais urgente, a ser exercido e concluido, que no caso, é a salvação de almas, e tornar o evangelho conhecido, em todo planeta. É preciso ir em frente. Deus, porá toda obra a prova, para ver se porventura....O material desta construção, é ouro, prata, pedras preciosas, madeira, palha ou feno.[1Co-3:12]. Aquela que permanecer, receberá galardão.(v-14).

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

"DEUS, É BOM E JUSTO".


A teodicéia, em Leibnitz, tem o seu sistema teológico, estruturado na razão. Claro, que esta racionalidade, não é de todos; visto que, nem todo mundo, possui as bases, para operar, esta racionalidade. Entretanto, para aqueles, que estão conectados, ao Deus, que se revela, tanto, em uma cultura, baseada em uma razão dedutiva, teórica, ou em uma razão indutiva; Mais que, está além delas, acima da metafísica Platônica até; não tem necessidade, de explicações racionais, lógicas, para crer, que Deus, tem suas razões, quando decreta permitir o "MAL", neste mundo. A coexistência do bem e do mal, não põe, em dúvida sua justiça, bondade e onipotência.

                                                                                                Roberto Mota.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

"O SABER COMO ARTE".

No atual contexto, e momento, dois tipos de saber, estão sendo consumidos: O saber como arte, aquele construido, intuindo, mostrar o "REAL", provocar a mudança de paradigma. E o saber "PRODUTO"; fabricado pela industria cultural; com o objetivo de satisfazer a demanda. Aqui o consumidor, não é visto como sujeito; Mais como objeto.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

"A CENTRALIDADE DE JESUS, NA TEOLOGIA".

           A teologia, que influencia hoje, com certeza, não pode se justificar, sem afirmar a "GRAÇA", de Deus, mediante a fé, mediante o sacrifício vicário, de Jesus Cristo. No entanto, esta teologia, muito se distanciou, daquela, da reforma protestante. Não quero aqui, ser dogmático, nesta observação. Acredito que, o contexto, não é o mesmo, e que continuará mudando. Mais, o que quero chamar a atenção, é do afastamento, da centralidade, daquele, que propiciou o nascedouro da Igreja, e que também, fundamentou a reforma; e que deve continuar sendo a referência principal, máxima, para aqueles que são chamados, a fé verdadeira. Conforme Paulo de Tarso,(1Co-11:1), nós devemos, ser imitador dele, assim, como ele é de Cristo. Não tenho coragem, hoje, de afirmar, referência a mim, ou a outra pessoa, pelos os dons, ou por uma conduta circunstancial. Uma referência segura, é o próprio Jesus.
         A questão, é, como a teologia hoje, se afastou, tanto, da centralidade de Jesus. Eu diria, que, este afastamento, veio com a própria, liberdade de exame, e de interpretação das escrituras, que foi a ideia, que levou a Reforma Protestante, mais que também, era uma ideia política, que estava empurrando uma revolução. A ascensão da burguesia, ao poder. Esta nova Sociedade, tinha como método, para o "SABER", o racionalismo. Tudo era julgado, a luz da razão. Aqui, pode se entender a frase:"Saber é poder". O saber da Sociedade Feudal, era a bíblia, com a interpretação papal. O saber sobre Deus, legitimava todas as áreas do saber. Más, a nova Sociedade, tem agora, uma nova forma de saber, a razão, a Ciência. Esta logo se tornou muito conceituada; E eu diria, que se transformou, na ideologia, do controle do progresso. A bíblia, o saber do poder derrotado, foi simplesmente, inicialmente colocado como um saber de terceira categoria, e depois descredenciado, por não passar no crivo da razão. Uma lenda pré-Científica. E eu
diria, que o saber poder, tratou, de politicamente, esmagar, a antiga ideologia. Mais, o discurso, da burguesia, de que o homem pode, de igualdade, liberdade e fraternidade, que de fato, é a base do liberalismo, que se segue, inspirou o pensamento posterior. E é aqui, que eu diria, que a teologia, não a dogmática, mais a histórica, feita apartir do contexto, engoliu a ideologia do poder, e começou a desconectar da essência. Por que?. Porque aceita a idéia, de uma escritura, não inspirada. O Iluminismo, transformou as escrituras, numa estória inventada, pelos os discípulos. Os seguidores de Jesus. E mesmo com os reparos, apologéticos, do século XX, a teologia renasce, no sentido, de valorizar novamente, ás escrituras. De afirmá-la como palavra de Deus. De afirmá-la como inspirada, por Deus. E de fato, veio o avivamento, mais mesmo assim, é uma teologia, com pouca ênfase, em Jesus. Com pouca ênfase, no seu valor histórico. Não o evento da ressurreição, mais sua postura, diante da vontade do Pai, e o seu amor, incodicional.
         A falta de centralidade de Jesus, na atual teologia que influencia, afeta a missão, de uma maneira, que parece, que a missão, não é uma missão, mais uma estratégia humana, para benefício próprio. Não estou
julgando, aqui a estratégia, ou ás estratégias para alcançar o homem do nosso tempo, ou mesmo a
funcionalidade, destas estratégias, mais apenas, estou observando, que, se Jesus, for centralizado, em nossa teologia, este crescimento, terá mais credibilidade.
        O crescimento terá mais credibilidade, com Jesus, centralizado na teologia, porque o amor, virá para o centro. Ele será um enfoque central. E assim, este amor, será melhor compreendido. Não entrando aqui, no tipo de amor; Mais, o amor hoje, mesmo, aquele conceituado como ágape, ele não se manifesta legitimamente, na realidade do seu conceito. Ele é superficial, interesseiro, político. Conforme João, no capítulo 13:1, o amor de Jesus, pelos seus, era baseado, em relacionamentos sólidos. Ele iniciava e ia até o fim. Um relacionaento que é fundado no amor de Jesus, é resistente, a qualquer problema. Nele não há segundas intensões. Nele há sinceridade e honestidade. É um amor, com o qual, podemos contar. Este nos acolhe diante dos tropeços da vida. O modelo de amar, em Jesus, deve ser reconstruído; Devemos estar sob, este signo, como Igreja. Assim, e só assim, a Igreja, mesmo caindo, saberá amar de verdade, o seu irmão, o seu próximo.
       O crescimento terá mais credibilidade, com Jesus, centralizado na teologia, porque o Reino, também virá para o centro. A Igreja, tem uma missão mundial. A ordem que a Igreja, de Jesus, não a dos homens, recebeu, foi de alcançar o mundo. Todos os povos. Estratégias, métodos, sucesso, trás vaidade aos homens, e estes acabam, de vez enquanto, vendo o Reino de Deus, como um reino pessoal. E ai, muitos esquecem, da visão cabal da missão. Mais importante do que êxito, o sucesso através do poder de Deus, da estratégia, é fazer a vontade de Deus. Com Jesus centralizado, não vai desaparecer a vontade de prosperar, motivado pela a palavra, não vai desaparecer o desejo, de ter um Reino construído com beleza. Bem estruturado, contextualizado; Mais a centralidade de Jesus, na teologia, vai enfocar a prioridade da missão. Disse Jesus:"Buscai, em primeiro lugar o reino de Deus, e as demais coisas, vos serão acrescentadas".[Mat-6:33]. A vontade de Jesus, era fazer a vontade do Pai. Esta também, deve ser a nossa. Alcançar o mundo. Como?. Indo, orando, contribuindo.

                                                                                                      Roberto Mota.

sábado, 14 de julho de 2012

PARTE DA TURMA DO MESTRADO, NO STF,2001.

Por uma questão de justiça, estou mais para emergente, do que fundacionista;Mais por instinto, estou postando fotos antigas, aqui. Esta, é de 2001. Parte da turma, do primeiro mestrado, em teologia, em Fortaleza. O mesmo, no STF,(Seminário teológico de Fortaleza), Da Igreja Presbiteriana.